Real

O que há de Real em Eros é o fato de ele ser um elemento perturbador. Mas todos buscam Eros como como a perfeita paz universal. "Eros é o arquétipo da imperfeição, do equilíbrio conflituoso, de uma sede de alteridade que persegue tudo e todos". Não existe Eros e a pulsão de morte em dualidade. Eros tem em si o jogo de forças, pulsão de vida e pulsão de morte. Ele é agregador e desagregador ao mesmo tempo. Por isso, os amantes começam sorrindo para, depois, chorarem (Clécio Branco - no café).
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