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Encontros com o Mestre II

  Encontros com o Mestre II: A Espiritualidade em Agonia - Editora Appris A inspiração para mergulhar na espiritualidade em agonia, tema pulsante deste segundo volume de Encontros com o Mestre, germinou da leitura de Agonia de Eros, de Byung-Chul Han. Tal como Eros, que em Freud representa a força primordial do vínculo e da vida, a espiritualidade parece atualmente atravessar um período de revisitação inquieta e crise, no contexto do panorama neoliberal que reconfigura as nossas subjetividades.

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 issonaoeumchapeu.com.br

Isso Não é um Chapéu

Extraí direto do seu livro — peguei as ideias-força que estão no site oficial e nos capítulos para virar carrossel. O livro nasce daquela cena do chapéu que não é chapéu, e vai para a solidão, os desertos interiores e o custo de manter a essência humana num mundo automatizado  > Isso não é um chapéu. É uma jiboia que digeriu um elefante. Os adultos desaprenderam a ver. **2. Convite** > Sob o desenho, algo maior. Quase todos lemos O Pequeno Príncipe na infância. Voltar a ele adulto é ser convidado a ver além. **3. Tese do livro** > Vivemos desertos interiores. O Pequeno Príncipe deixa de ser o menino de outro planeta. Vira metáfora das nossas solidões modernas. **4. Cativar** > "Mas por que cativar, se a gente vai sofrer na despedida? Não importa. Importa que me catives, depois tem o som do trigo ao vento, que lembra teus passos. Então estarei feliz." **5. Essencial** > O essencial continua invisível aos olhos. Este livro é o convite para voltar a enxergar.  **6...

Isso não é um Chapéu - capitulo 11

O capítulo 11 da obra de Clécio Branco, "Isso não é um chapéu: reflexões a respeito do Pequeno Príncipe", mergulha em um dos encontros mais emblemáticos da jornada do principezinho: a visita ao quarto planeta, habitado pelo Homem de Negócios. Nesta síntese, vamos explorar como o autor utiliza essa figura para criticar a obsessão moderna pelo utilitarismo e a perda do encantamento. 1. A Diferença entre "Ter" e "Ser" O ponto central do capítulo é a crítica ao acúmulo vazio. Enquanto o Pequeno Príncipe valoriza as coisas pelo cuidado que dedica a elas (como sua rosa e seus vulcões), o Homem de Negócios acredita que a posse vem do simples ato de "contar" e "registrar".  * O Homem de Negócios: Representa a lógica do capital e da burocracia. Para ele, as estrelas são apenas números em um papel que ele guarda na gaveta.  * A Crítica de Clécio Branco: O autor aponta que, ao tentar "possuir" o universo através de números, o homem se to...

Solidão e Liberdade IV

  Somos esse ser-no-mundo , lançados na existência, mas não podemos viver nossa solidão sozinhos. A solidão, diferentemente da solitude , pode ser insuportável. A solidão é o estado da existência — nós existimos com nossos temores e nossas dores, podemos falar deles, mas, ao final de toda fala, seguimos sentindo ou temendo sem poder delegar a outro. Carregamos nossas alegrias e nossos fardos, os que são da nossa parcela da existência. Nessa parcela, incluem-se o envelhecimento — tempo ao qual, segundo Freud, a natureza reservou as maiores dores — e aquilo que há de mais inevitável e comum a todos: nosso término. As sensações e os afetos da morte que carregamos recalcados nos fazem sentir esse ar de solidão e desamparo intransferível. Chamamos a isso solidão, mas não se trata do fato de se ver socialmente sozinho; essa é uma condição remediável.   Diferente da solidão, a solitude está associada a sentimentos positivos de alegria por estar sozinho. Como dizem Deleuze e Guatta...
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  Livro: Encontros com o Mestre I: - Clécio Ferreira Branco | Estante Virtual E-Book: Isso não é um chapéu
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  E-Book: Isso não é um chapéu