Nunca mais

... e o corvo na noite escura em meio à tempestade dizia do umbral da janela: never more... never more... a todas às perguntas era tudo que ele respondia... nunca mais, nunca mais. Esse lado da finitude é o mais obscuro de nossas consciências, tudo que foi não será outra, vez jamais. E tudo que virá a ser entra para a eternidade que nunca mais retorna. Somos uma soma de finitude em relação ao passado e um acúmulo de subtração de finitude em relação ao futuro (Clécio Branco - relendo Edgar Allan Poe).

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