Humanos
Um rei costumava dar um indulto de natal a um prisioneiro.
Para tal, visitava cada criminoso em sua cela, e perguntava a razão de estar ali.
Todos diziam a mesma coisa:
- "Eu sou inocente majestade".
O carcereiro advertiu sobre um prisioneiro em especial que se encontrava no calabouço da prisão.
O rei foi até lá e fez a mesma pergunta.
O condenado respondeu prontamente:
- "Eu sou muito perigoso, por isso estou aqui".
O rei prontamente mandou soltar o preso dizendo ser perigoso demais deixá-lo entre "tantos inocentes" (Clécio Branco - ensinando filosofia).
Para tal, visitava cada criminoso em sua cela, e perguntava a razão de estar ali.
Todos diziam a mesma coisa:
- "Eu sou inocente majestade".
O carcereiro advertiu sobre um prisioneiro em especial que se encontrava no calabouço da prisão.
O rei foi até lá e fez a mesma pergunta.
O condenado respondeu prontamente:
- "Eu sou muito perigoso, por isso estou aqui".
O rei prontamente mandou soltar o preso dizendo ser perigoso demais deixá-lo entre "tantos inocentes" (Clécio Branco - ensinando filosofia).
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