Amor IV


Devemos à genialidade de Jean-Marie Guyau a forma mais clara como dividiu e elucidou a divisão do tempo.
O presente é antes de tudo um momento de ação que “envolve o atual”.
A ação não é o tempo, mas o que se dá no tempo – ama-se no tempo quendo o ato de amar está se dando de forma atual.
Mas é impossível que o amor se transforme em coisa que se eterniza no instante presente.
 
Continua...

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