Amor (Eros) II

Pelo fato de Eros ser - ao mesmo tempo - mortal e imortal, humano e divino - subjaz toda a alegria e toda amargura dos amantes.

É inevitável que, uma vez possuídos de amor, os amantes venham a sofrer no futuro a sua dissolução.

 São os jogos de forças que se acham onipresentes am toda forma de vida - tudo que existe em forma e ideia tem o seu retorno ao estado primitivo.

Nada pode deter a inexorabilidade desse curso que conduz toda história de amor a sua própria dissolulção.

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