Conclusão

É o próprio lobo, ou o cavalo, ou a criança que deixam de ser sujeitos para se tornarem acontecimentos em agenciamentos que não se separam de uma hora, de uma estação, de uma atmosfera, de um ar, de uma vida. 

A rua compõe-se com o cavalo, como o rato que agoniza compõe-se com o ar, e o bicho e a lua cheia se compõem juntos. No máximo, distinguem-se hecceidades de agenciamentos (um corpo que só é considerado longitude e latitude), e hecceidades de interagenciamentos, que marcam igualmente potencialidades de devir no seio de cada agenciamento (o meio de cruzamento das longitudes e latitudes).[1]



[1] DELEUZE, G. e GUATTARI, F., Mille Plateaux, pp. 314-315.

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