As sínteses podem ser inclusivas e exclusivas: as primeiras multiplicam, pois, enquanto conectiva, ela é a soma deste com aquele; enquanto disjuntiva, trata-se da coexistência de dois, não de sua mistura; bom exemplo é a relação entre a vespa e a orquídea, que inaugura um elemento nômade no entrerrelacional, “núpcias entre dois reinos distintos”. Esse é o ponto de chegada do elemento nômade ou anômalo: “Nem indivíduo, nem espécie, o que é o anômalo? É um fenômeno, mas um fenômeno de borda”, [1] uma relação de aliança. Síntese conjunta de intensidades e devires com infinitos estados estacionários por onde o sujeito passa: máquina celibatária de atração e repulsão. O tipo de produção é de “produção e consumo”. Aqui o sujeito se pergunta: “Então era isso, então sou eu?” – o sujeito nômade passa por todos os devires das disjunções inclusivas, torna-se outro sexo, deus, raça, imperadores. O “Eu”, ou a pretensa autarquia da consciência, nada mais é do que uma apropriação,...
A dita pessoa não existiu ?? 😢
ResponderExcluirExatamente....só existiu na imaginação!
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