Subjetividade

Ainda respondendo ao interlocutor ansioso: existe a palavra "salvação" nessa linha de pensamento, se circunscreve às linhas de fuga ativas. São modos de singularização, mas nunca se pensa em salvação coletiva, muito menos ainda, salvação da alma ou da morte eterna. Trata-se da fuga ao intolerável. Precisamos ser salvos do intolerável que esmaga nossos modos de ser e de criar. Tudo que massacra nossas possibilidades de sentir novas sensibilidades - uma nova suavidade, diria Suely Rolnik - é disso que precisamos ser salvos. E tal salvação, é individual. Por isso, uma micropolítica que vai desde a casa, passando pela escola e igrejinhas. O que tentamos fazer em aulas, uma nova suavidade - aulas no Pier - nos debates e nas experimentações perigosas de introduzir um livro louco nas aulas (Branco - no café - com Deleuze/Guattari).

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