Máquinas
Educar, para a inocência dos educadores, ainda se funda na relação sujeito que ensina e objeto que aprende. Ou, em áreas de pesquisa, sujeito que estuda e objeto (natureza) a ser apreendido pelo sentidos. O paradigma ficou superado com a morte dos sistemas dependentes da física newtoniana; mas, não se teve tempo para perceber: acossados por todos os lados, os educadores se vêem ocupados com questões do cotidiano. Não vimos a complexidade do homem, a multiplicidade no lugar do múltiplo e permanecemos na mediocridade do conteúdo vazio - quase sem sentido para a vida (Branco- no café com Edgar Morin).
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