Politica
O meu autor - desse momento - lembra a Idade Média, quando a igreja tomava para si o poder divino onde o Estado se encontrava submetido. Logo, a igreja como interprete das coisas celestiais comandava o Estado nas coisas terrestres. Nesse momento, a legitimidade das instituições terrestres entravam no vazio - e o povo não tinha condições de pensar o papel de fantoche das instituições - no contexto atual, dizendo ao modo hegeliano, existe um Grande Espírito que predetermina os feitos das instituições. Quando as questões chegam nas casas jurídico-políticas, parece já haver um destino definido. O resto é banalidade (Branco - no café com Agamben).
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