Deus

Nesses dias de economia de mercado, religião de mercado, virtualidades de mercados, etc. Não se trata mais de saber se Deus está morto ou se sobrevive à religião dos mercadores televisivos.

 Deus vai permanecer insistente no cenário porque, mais do que nunca, Ele é uma gramática. 

Não se se livra de uma gramática que estrutura a subjetividade - ela se transforma na própria alma individual e coletiva (Branco - no café com Lazzarato).

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